Quito – la Avenida de los Volcanes
Quito é uma cidade impressionante pela dimensão e geografia. Tem aproximadamente 2,5 Milhões de habitantes e estende-se numa área com aproximadamente 50 por 8 Km. Em média encontra-se a 2800m de altitude, o que por um lado faz desaparecer o calor e a humidade de um país tropical, e por outro é um desafio enorme para que está habituado às pressões do nível do mar. É normal começar-se a sentir forte cansaço e dores de cabeça depois e uma caminhada a passo mais apressado.

A cidade tem um tráfego automóvel muito intenso que causa uma poluição enorme. Chega a ser aflitivo vir a caminhar à beira dos automóveis por causa do fumo que emitem. Têm o mesmo hábito dos marroquinos de colocar alcatifas e panos a tapar os tabliers dos automóveis e têm uns autocarros muito simpáticos que inclusivamente têm cortinas decorativas.

Os Equatorianos chamam à cidade a Avenida dos vulcões. Existem vários vulcões em torno da cidade que proporcionam imagens bem bonitas. Os mais famosos são o Cotopaxi (5897 m) e o Pichincha (4784 m) que dá o nome à região a que pertence a cidade.

Existe um pequeno monte no centro da cidade com o nome de El Panecillo onde existe uma imagem da padroeira (La Virgen Alada). É um local fantástico por ser elevado sobre parte central da cidade e ter umas paisagens muito bonitas. Além da se ver a imensidade do povoado da cidade permite ver o topo de grande parte dos vulcões, especialmente se for depois de um nevão.

Facto curioso é o desenho da fachada da basílica del voto nacional ter sido desenhada de forma a que seja possível ver ao fundo La Virgen Alada através de um coração que existe talhado da pedra da fachada. Não foi possível fotografar, mas com o GIMP resolve-se. A maioria das igrejas (dos franciscanos, da ordem de Jesus, etc) não podem ser fotografadas, a basílica é mesmo a única excepção.

Os equatorianos parecem um povo simpático, comunicam com facilidade com quem não domina com correcção o espanhol, e são prestáveis quando pedimos informações. Os habitantes das partes mais montanhosas (Os Otávalos) usam vestes muito garridas, especialmente as senhoras. Têm mercados de produtos tradicionais na cidade e existindo inclusivamente percursos turísticos que permitem visitar os mercados que existem fora da cidade.

O equador é atravessado pela linha do equador (que lhe deu o nome) a aproximadamente 20Km de Quito. Existe um monumento (La mitad del mundo) com uma torre construída nos anos 80, que se encontra em cima da linha equatorial marcada por um conjunto de geógrafos franceses. Tem um conjunto de lojas que vendem recordações alusivas e restaurantes.

Como é um sítio especial contam-se histórias especiais. Que dada a gravidade mais acentuada e o campo magnético mais fraco que é possível colocar ovos na posição vertical, se utilizar o método de colombo e esborrachar o ovo. A mesa tem buracos no cimento e mesmo o prego tem orifícios na cabeça que permite equilibra-lo. Mas a história bem contada….

As frutas são impressionantes por causa das cores dos tamanhos, dos sabores e dos cheiros. O Sumo de ananás é divino. Os mamões são enormes. O problema mesmo é o medo de problemas digestivos porque eles têm imensa fruta e imensas bancas onde as vendem.

Um prato típico é o cuy (espécie de porquinho das indias) típico dos andes.

As bancas de frutas com sumos, e taças de fruta à venda pelas ruas. São tentadoras, mas é preciso ter cuidado.


Mercado otávalo no centro da cidade.
Mercado La Merced.
The fog in the top of Pichincha. There is a cable-cab that takes us from the city to the top of the volcano mountain. Thats a very nice ride that takes us from the 2800m above the ocean to the 4300m. As usual the mountain has no fog in the early morning, but as the day goes on it gains more and more fog. At the end of the day the thunderstorms with a tropical rain are usual as well. Here it is a photo of a cloud that cames to the top of Pichincha.





